quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Videocassete

A empresa japonesa Sony colocou no mercado o primeiro videocassete em junho de 1969. Ele usava fitas magnéticas com 13 milímetros de espessura, capazes de reproduzir imagem e som de programas de TV. O aparelho entrou em uso doméstico em 1972.

Angélica Carniel

Bibliografia

Texto:
Duarte, Marcelo. O livro das invenções/ Marcelo Duarte – São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
                                              
Imagem:
http://www.google.com.br/imgres?q=videocassete&um=1&hl=pt-BR&tbm=isch&tbnid=KpCo4Zaj2onPWM:&imgrefurl=http://gartic.uol.com.br/athos/desenho-jogo/1217868119&docid=yKvcmj5LkRS6bM&w=321&h=304&ei=LJg5TvrBKeK20AGHuMHkAw&zoom=1&iact=hc&vpx=870&vpy=149&dur=3&hovh=218&hovw=231&tx=145&ty=102&page=4&tbnh=121&tbnw=126&start=52&ndsp=18&ved=1t:429,r:5,s:52&biw=1138&bih=564

Video Game

O estudante americano Steve Russel criou, em 1962, o primeiro jogo eletrônico para computadores. Mas o primeiro videogame doméstico começou a ser vendido nos Estados Unidos dez anos depois. Seu nome era Odyssey. A Atari lançou seu aparelho em 1973.

Angélica Carniel

Bibliografia

Texto:
Duarte, Marcelo. O livro das invenções/ Marcelo Duarte – São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

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Lista Telefônica

A primeira lista telefônica, publicada no ano de 1878 em New Haven, nos Estados Unidos, continha apenas cinqüenta nomes. Não havia números, só o nome dos donos de aparelhos. Quem quisesse informações deveria ligar para a telefonista e dizer o nome da pessoa com quem desejava falar.

Angélica Carniel

Bibliografia

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Duarte, Marcelo. O livro das invenções/ Marcelo Duarte – São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

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Aspirador de Pó


O engenheiro de pontes Hubert Cecil Booth acompanhou, em 1901, uma tentativa de limpar um vagão de trem por meio de ar comprimido, numa estação de Londres. O método do ar comprimido criava enormes nuvens de poeira. Como não havia maneira de removê-la, a sujeira baixava de novo. Sentado num restaurante com outras pessoas que acompanhavam a cena, Booth declarou que a solução era sugar a poeira para dentro de um recipiente, em vez de soprá-la em todas as direções. Booth construiu um protótipo dessa máquina e, em 25 de fevereiro de 1902, lançou um prospecto de sua recém-criada empresa, a Companhia de Aspiradores de Pó.
O primeiro serviço da firma de Booth aconteceu na coroação do rei Eduardo VII, em 1902. Completados todos os preparativos na Abadia de Westminster, descobriu-se que os tapetes azul-escuros sob os dois tronos gêmeos estavam em estado deplorável – e, nessas alturas, já era tarde demais para retirá-los para serem limpos por métodos convencionais. O rei ficou encantado com essa história e pediu uma demonstração no Palácio de Buckingham, que foi acompanhada por ele e pela rainha Alexandra.
O primeiro aspirador elétrico portátil, para uso domestico, foi um modelo montado sobre rodas, comercializado pela firma Chapman & Skinner, de San Francisco, Estados Unidos, em 1905. O protótipo do aspirador de pó moderno, vertical, com o saco para a poeira preso à barra de mão, foi construído em 1907 por J. Murray Spangler, zelador de uma loja de departamentos em Ohio, Estados Unidos. A máquina de Spangler, um mecânico tosco feito de madeira e lata, era equipada com um cabo de vassoura e uma velha fronha, emprestada por sua esposa, servindo de saco de poeira. Mesmo assim, atraiu a atenção de W. H. Hoover, um fabricante local de selas que buscava diversificar suas atividades, já que seu negócio fora muito prejudicado pela chegada do automóvel. Depois de comprar os direitos de Spangler, Hoover produziu o primeiro modelo comercial em 1908, ao preço de setenta dólares.

Angélica Carniel

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Texto:
Duarte, Marcelo. O livro das invenções/ Marcelo Duarte – São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
                                              
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http://www.google.com.br/imgres?q=aspirador+de+p%C3%B3&um=1&hl=pt-BR&sa=N&tbm=isch&tbnid=VuPSQAlwiRQFxM:&imgrefurl=http://www.submarino.com.br/produto/34/21232438/aspirador%252Bde%252Bpo%252Bfc8208%252Bpurpura%252B1400w%252Bphilips&docid=8_A-YjqTXfOr8M&w=600&h=600&ei=E5Q5TqmSH-Ts0gG9-In4Aw&zoom=1&iact=rc&dur=565&page=2&tbnh=126&tbnw=126&start=11&ndsp=18&ved=1t:429,r:6,s:11&tx=62&ty=86&biw=1138&bih=564

Ar Condicionado

O inventor americano Willis Carrier produziu o primeiro ar-condicionado com fins comerciais em 1914. Carrier, um menino de fazenda que havia ganhado uma bolsa de estudos em engenharia, ficou fascinado pelos sistemas de aquecimento e ventilação. Em 1902, um ano após sua formatura, ele preparou sua primeira máquina de resfriamento de ar para uma oficina de tipografia e litografia do Brooklyn. Os tipógrafos sempre reclamaram das variações de temperatura e umidade em ambientes, porque o papel alongava ou retraía, a tinta ficava fluida ou secava e as cores podiam variar de uma impressão para a próxima. Carrier modificou o aquecedor a vapor convencional para que aceitasse água fria e ventilasse ar resfriado. Ele mesmo calculou e balanceou a temperatura e o fluxo do ar para que o sistema não somente resfriasse o ar, mas também removesse sua umidade – além de acelerar o resfriamento. Conseguiu esse efeito combinado deu a ele o título de “pai do ar-condicionado moderno”.

Angélica Carniel

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Duarte, Marcelo. O livro das invenções/ Marcelo Duarte – São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

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Câmera Fotográfica e a Fotografia

                Após oito horas de trabalho, Joseph Nicéphore Niépce, em 1827, obteve a primeira fotografia, consistida de uma lâmina de estanho e feita com a luz do Sol, a imagem explanava parte de um celeiro e uma árvore. Anos depois, em 1829, passou a trabalhar com um amigo, Louis Jacques Mandé Daguerre, que em 1841, deu início a primeira câmera fotográfica.
A vista de Niépce em seu primeiro trabalho.
                Com a origem no nome de seu criador, o “Daguerreotype” requeria um tempo estimado em trinta minutos de exposição da imagem a luz, impedindo, assim, que ela desaparecesse. A câmera de Daguerre era formada por uma lâmina de cobre polida, recebida de um banho de iodo, que fazia com que ficasse sensível a luz. Após, a lâmina era colocada em uma caixa de madeira com uma lente, para que a imagem fosse finalmente captada. Depois do processo, a placa era “revelada” com mercúrio quente, fazendo a imagem aparecer. Para ser fixada, a placa passava por outro banho, agora de tiosulfato de sódio.
                Nos dias atuais, a introdução da tecnologia tem mudado muito os parâmetros da fotografia, tornando as câmeras muito menores e a preços muito mais acessíveis, deixando, assim, o acesso a “arte com a luz” muito mais fácil para todos os tipos de pessoas.
                A fotografia nos trouxe como bem o poder de eternizar momentos, de trazer lembranças de bons amigos, de nos fazer viajar no tempo e refletir sobre como o avanço da tecnologia agrupado aos inventos criados traz benefícios diários, que muitas vezes não percebemos.

Bruna Henicka Pontin

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Quimioterapia

                Na I Guerra Mundial, o gás Mostarda (um agente químico considerado vesicante pelas lesões na pele; que se inalado pode ocasionar morte por asfixia e provoca irritações nos olhos e na pele) foi usado como arma química. Na II Guerra Mundial soldados foram expostos acidentalmente ao gás Mostarda, e, quando observados medicamente percebeu-se uma diminuição na contagem dos leucócitos do sangue. Na década de 1940, muitos pacientes com linfoma avançado receberam a substância por via intravenosa, ao invés de inalar o gás. A melhora dos pacientes foi notável, porém temporária, o que levou a pesquisas com outras substâncias, que tinham efeito similar contra o câncer.
                A quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos com capacidade destrutiva para as células doentes que formam um tumor. Estes medicamentos são misturados com a corrente sanguinea, levando-os para todas as partes do corpo e destruindo as células doentes e impedindo a proliferação das mesmas. Os medicamentos quimioterápicos não são usados somente na cura do câncer, podem ser usados também no tratamento de doenças como a esclerose múltipla ou a artrite reumatóide.
                Paul Ehrlich, Nobel em Fisiologia e Medicina é considerado o pai da quimioterapia. Tem em seu currículo um auxílio na descoberta do bacilo da Turberculose e o total crédito sobre o uso e a descoberta do soro antidiftérico.


Bruna Henicka Pontin

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