quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Jeans No Vestuário

O denim, material que no século XV era utilizado em velas de barcos na França e no século XVIII era vendido em forma de barracas para acampar na Inglaterra, em 1853 chega à Califórnia como cobertura de vagões. Lá, o judeu alemão Levi Strauss foi o primeiro homem a fabricar calças com o tecido, em sua cor natural, o bege. Esse novo look se tornou popular entre as classes de trabalhadores e chegou a ganhar rebites metálicos nos bolsos para que os mineradores pudessem guardar seus achados. Um deles, o extrato indigofera deu a coloração azulada à peça.
Com a sua popularidade crescendo, em 1911 foi criada a primeira variação de uma peça de roupa feita de jeans, uma jardineira feita por Henry David Lee (1849-1928), que mais tarde também inventou a calça jeans com zíper.
Na década de 1930 astros do cinema popularizaram a peça, fazendo com que em 1935 o primeiro modelo feminino fosse criado. Com a Segunda Guerra Mundial, em 1945, o jeans ganhou destaque na Europa por meio dos soldados americanos. Em 1950, Elvis Presley transformou o jeans em símbolo do rock’n roll.
A partir disso, mais bandas aderiram ao jeans e deram destaque à peça, fazendo com que sua popularidade aumentasse cada vez mais. Em 1970, através da marca Calvin Klein, o jeans apareceu nas passarelas, e desde então não saiu mais. Nem das de Nova York, nem das do calçadão.

Débora Dalmas Gräf

Bibliografia

Texto:
Revista Galileu – Editora Globo – Abril de 2011 – Página 29

Imagem:
http://www.google.com.br/imgres?q=jeans&um=1&hl=pt-BR&sa=N&tbm=isch&tbnid=bDTMJwGrf8DfeM:&imgrefurl=http://chanelaftercoco.blogspot.com/2011/04/trend-report-boyfriend-jeans.html&docid=8YuBEBnLUg06XM&w=1500&h=1500&ei=AjA3Ttv7M8GSgQeWhpiOAg&zoom=1&iact=rc&dur=227&page=6&tbnh=121&tbnw=127&start=93&ndsp=18&ved=1t:429,r:4,s:93&tx=56&ty=46&biw=1138&bih=564

Fax

A ideia de transmitir documentos através de linhas telefônicas foi patenteada por Alexander Bain (1818-1903) em 1843. Porém somente em 1926 o primeiro protótipo foi construído em um dos inúmeros Laboratórios Bell. Esse magnífico dispositivo começou a ser produzido em escala industrial somente na década de 1970, sendo que os primeiros comportavam em seu interior um cilindro metálico e um fotossensor, que continha uma lente e uma luz. Esse fotossensor conectava-se a um braço mecânico e à medida que o cilindro (com uma folha de papel impressa) girava o fotossensor era capaz de focalizar uma pequena parte da folha de papel. O processo se repetia até que o fotossensor tivesse registrado todo o conteúdo da folha, e assim, pudesse enviá-lo através das linhas telefônicas.
Os aparelhos de fax mais modernos são dotados de um scanner, que transforma o conteúdo impresso em um arquivo digital, de um modem, que por sua fez converte-os em impulsos elétricos, e por final de uma linha telefônica, responsável por enviar as informações a um segundo aparelho.
Na hora de converter os impulsos elétricos, os primeiros aparelhos utilizavam de uma técnica bem simples: A diferença de frequência.  Por exemplo, quando o aparelho identificava frequência 1500 Hz, a cor impressa era branca, já 1100 Hz, a cor seria preta.
Nos aparelhos mais recentes a técnica utilizada é o código binário. Número 0 para a cor branca e número 1 para a cor preta. O processo de impressão do documento quando os dados chegam ao receptor é o mesmo, porém em ordem inversa. Os impulsos elétricos que chegam são convertidos em arquivos digitais pelo modem, que transmite esses dados para uma impressora que por sua vez codifica-os e por fim imprime-os.
Os aparelhos de fax ganharam destaque no mercado por serem fáceis de manusear, simples e rápidos. Hoje, em escritórios, laboratórios, hospitais ou empresas de qualquer tipo, você pode facilmente encontrar um.

Débora Dalmas Gräf

Bibliografia

Texto:
http://www.mundomax.com.br/blog/tag/a-historia-do-fax/

Imagem:
http://www.google.com.br/imgres?q=fax&um=1&hl=pt-BR&tbm=isch&tbnid=3Hu7ZtNF631eJM:&imgrefurl=http://www.educa2.madrid.org/web/centro.ies.goya.madrid/contacto&docid=Kmg_H5pcSBHGOM&w=378&h=294&ei=cy83TqieG8TagQeFxYmLAg&zoom=1&iact=rc&dur=294&page=2&tbnh=120&tbnw=154&start=18&ndsp=18&ved=1t:429,r:12,s:18&tx=96&ty=75&biw=1138&bih=564

Dirigível

No século XVIII, dois irmãos franceses, Jacques Etienne (1745-1799) e Joseph Montgolfier (1740-1810) inventaram o balão de ar quente, que foi o precursor do dirigível. Embora houvesse a ocorrência de vôos tripulados, os balões não tinham como ser controlados ou guiados de alguma forma, mas sim se curvavam à vontade dos ventos. Por isso, os pesquisadores tiveram de achar uma forma de conduzir essas estruturas que podiam levar o ser humano a uma altitude elevada.
Henri Giffard
Henri Giffard (1825-1882) foi quem construiu o primeiro dirigível motorizado, em 1852. O dirigível (nome dado ao balão de ar que finalmente podia ser conduzido) em forma de charuto possuía 44 metros de comprimento e sua bolsa de ar era preenchida com gás. Sua hélice era movida por um motor a vapor com potência equivalente a 2,2 kW.
Mais tarde, em 1900, o Conde Alemão Ferdinand Von Zeppelin (1838- 1917) inventou o primeiro dirigível rígido. Este possuía 123 metros de comprimento e 12 metros de diâmetro preenchidos por uma estrutura de apoio metálica que continha bolsas de borracha cheias de gás oxigênio. Os dirigíveis rígidos são comumente chamados de Zeppelins em homenagem ao seu inventor, sendo o mais famoso da história dos Zeppelins o HindenBurg, conhecido por ter sido destruído em um incêndio, em 1937, durante o pouso na cidade de LakeHurst em Nova Jersey, Estados Unidos.

Débora Dalmas Gräf

Bibliografia

Texto:
http://viagem.hsw.uol.com.br/dirigiveis4.htm

Imagem:
http://www.google.com.br/imgres?q=Henri+Giffard&um=1&hl=pt-BR&sa=N&tbm=isch&tbnid=UhW7p_2BT4hauM:&imgrefurl=http://aboutfacts.net/History13.htm&docid=CWk0IJwjxFFkOM&w=1800&h=1233&ei=74A5TrfYAdS20AGBlIzhAw&zoom=1&iact=hc&vpx=494&vpy=98&dur=1437&hovh=186&hovw=271&tx=144&ty=123&page=1&tbnh=140&tbnw=187&start=0&ndsp=17&ved=1t:429,r:2,s:0&biw=1138&bih=564

http://www.google.com.br/imgres?q=Henri+Giffard&um=1&hl=pt-BR&sa=N&tbm=isch&tbnid=1NLqwzzjWFdbpM:&imgrefurl=http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Henri_Giffard.jpg&docid=pe1H4WqRCK2BMM&w=1024&h=1396&ei=74A5TrfYAdS20AGBlIzhAw&zoom=1&iact=hc&vpx=917&vpy=67&dur=462&hovh=257&hovw=189&tx=161&ty=187&page=1&tbnh=140&tbnw=127&start=0&ndsp=17&ved=1t:429,r:5,s:0&biw=1138&bih=564

http://www.google.com.br/imgres?q=Ferdinand+Von+Zeppelin&um=1&hl=pt-BR&sa=N&tbm=isch&tbnid=9D0N3ShFMO7gSM:&imgrefurl=http://www.sfu.ca/~howardc/delta/overview/overview.htm&docid=ORWzukLh1_QeuM&w=532&h=303&ei=5YI5TrjqL6bz0gG55bzMAw&zoom=1&iact=rc&dur=242&page=1&tbnh=101&tbnw=178&start=0&ndsp=18&ved=1t:429,r:10,s:0&tx=153&ty=61&biw=1138&bih=564

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Forno Microondas

                Percy Spencer trabalhava na empresa Raytheon, onde fabricava magnetrons (O magnetron é constituído por um ânodo cilíndrico, composto de cavidades, estas encontram-se no eixo de um cátodo de aquecimento. É necessário saber que quanto mais cavidades mais elevado é o seu rendimento. O ânodo e o cátodo são separados por um espaço ao qual se dá o nome de espaço de interação, estando em vácuo. Estas cavidades, ditas "cavidades ressonantes", podem ter formas diferentes de acordo com o magnetron considerado. Encontram-se também dois ímans que são fixados perpendicularmente em relação ao eixo do tubo. Wikipedia) para aparelhos de radar. Percy estava em um dia normal de trabalho, dedicando-se a um aparelho de radar ativo quando percebeu que algo diferente havia acontecido. A barra de chocolate, que se encontrava em seu bolso, havia derretido. Spencer procurou uma explicação para isso e então colocou um grão de milho sob essas mesmas ondas, e em pouco tempo, obteve pipoca.
                As microondas agitaram as moléculas d’água contidas nos grãos de milho, chocaram-se umas com as outras e isso as aqueceu. Os primeiros fornos de microondas apareceram sendo muito caros e pouco práticos. A partir de 1970 apareceram modelos menores e mais facilmente manuseáveis.
                Percy Spencer continuou trabalhando na Raytheon até seu óbito, em 1976. Até a época de sua morte, registrou 150 patentes e foi e ainda é considerado um dos maiores peritos no campo da energia das microondas.

Bruna Henicka Pontin

Bibliografia:

Avião

                A vontade de voar vem inserida no cérebro humano desde os tempos mais remotos. Várias formas e ideias foram estudadas em tese, inclusive sendo encontrado um protótipo de avião desenvolvido por Leonardo Da Vinci no século XV.
A primeira forma de voo foram os balões, sendo mais leves que o ar. A intenção dos estudiosos era criar um projeto que fosse mais pesado do que o ar, mas também que fosse viável para ser posto em prática. Em 1883, John Montgomery desenvolveu um planador, porém, este era incapaz de realizar voos sem a força do vento.
O avião, corretamente falando, foi criado somente no inicio dos anos 90. E então surge uma das maiores polemicas da história das invenções: Santos Dummont ou os Irmãos Wright? Escreve-se que, em 1903, Orville e Wilbur Wright colocaram no ar o avião pela primeira vez. Porém, com o auxilio externo de uma catapulta, para dar o impulso inicial para o primeiro voo em um avião da história. Em 23 de Outubro de 1906 ia ao ar o 14Bis, criado por Dummont, que, em seu primeiro voo percorreu apenas 60 metros. O nome de Pai da Aviação é dividido entre os Wright e Dummont, sendo Dummont mais reconhecido no Brasil e na França.
Após os confrontos da Primeira Guerra Mundial, a aviação passou por grandiosos avanços tecnológicos. Em 1919, foi realizada a primeira travessia transatlântica sob um avião. Em 1927, Charles Lindbergh cruzou o Oceano Atlântico num voo sem escalas. Na década de 1940 a turbina a jato para aviões militares já estava em uso.
Hoje, aviões são usados minuto a minuto, transportando pessoas e cargas numa velocidade e tecnologia incríveis, que, quem quer que seja nomeado o Pai da Aviação pode sequer ter imaginado.


Bruna Henicka Pontin

Bibliografia:

Créditos de imagem:


Televisão

Tudo começou com o sueco Jakob Berzelius (1779–1848), que em 1817 isolou o elemento químico Selênio. Porém, apenas 56 anos depois dessa descoberta, o inglês Willoughby Smith (1828-1891) descobriu que o selênio pode ser utilizado para transformar energia luminosa em energia elétrica. Isso serviu de base para outros cientistas no processo de transmitir uma imagem utilizando a eletricidade.
Em 1920 o estudioso John Logie Baird (1888-1946) baseando-se no invento de Paul Nipkow (1860-1940), ou seja, o Disco de Nipkow que permitia com que um objeto se subdividisse em pequenos elementos, que juntos formavam uma imagem, conseguiu realizar as primeiras transmissões. Apenas 6 anos depois ele demonstrou seus experimentos no Royal Institute de Londres e assinou um contrato com a BBC, umas das primeiras emissoras de televisão.
Enquanto isso, o russo Wladimir Zworykin (1889-1982) que havia sido contratado pela empresa RCA, em 1924 conseguiu construir seu primeiro tubo de televisão baseando-se em seu iconoscópio. Sua primeira transmissão oficial ocorreu na Alemanha em 1935.
No Brasil a primeira transmissão registrada aconteceu no Rio de Janeiro em 1939, na Feira Internacional de Amostras, pois as televisões passaram a ser fabricadas em escala industrial apenas em 1945. A primeira transmissão em cores ocorreu somente em 1954, nos Estados Unidos, mais precisamente em Nova York.

Débora Dalmas Gräf

Bibliografia

Texto:
http://www.infoescola.com/comunicacao/invencao-da-televisao/
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/eductecnol/eductecnol_trab/invenctelevisao.htm
http://www.historiadetudo.com/televisao.html

Imagem:
http://www.google.com.br/imgres?q=televis%C3%A3o&um=1&hl=pt-BR&tbm=isch&tbnid=zleEPl5JQsdX5M:&imgrefurl=http://www.vendendotudo.blog.br/index.php/tag/televisao/&docid=fjO-pZPz5sG0pM&w=300&h=342&ei=E3ExTpXGGcqcgQfEzYyMDQ&zoom=1&iact=rc&dur=294&page=3&tbnh=118&tbnw=104&start=34&ndsp=18&ved=1t:429,r:9,s:34&tx=46&ty=55&biw=1138&bih=564

http://www.google.com.br/imgres?q=primeiras+televis%C3%B5es&um=1&hl=pt-BR&sa=N&tbm=isch&tbnid=vAj9Vxr1rd73dM:&imgrefurl=http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/eductecnol/eductecnol_trab/invenctelevisao.htm&docid=r6rlS1kFyhvY_M&w=300&h=323&ei=7OQ2TsW-HIrDgQfsrdnoDA&zoom=1&iact=hc&vpx=275&vpy=101&dur=36&hovh=233&hovw=216&tx=105&ty=131&page=1&tbnh=122&tbnw=113&start=0&ndsp=18&ved=1t:429,r:1,s:0&biw=1138&bih=564

Marcapasso



O marcapasso é um dispositivo criado por volta da década de 1950, e tem como objetivo regular os batimentos cardíacos. Seu inventor, o sueco Rune Elmqivist (1906-1996), criou este aparato de maneira que ele emita um estímulo elétrico toda vez que o número de batimentos cardíacos durante certo período de tempo esteja abaixo do normal.
Os primeiros marcapassos eram externos e perigosos, pois tinham potencial para eletrocutar o paciente. Suas baterias tinham de ser substituídas, e o aparelho requeria um cuidado extra especial por ser externo, muitas fezes limitando as atividades diárias do seu portador.
Atualmente esse dispositivo é consideravelmente menor e pode ser implantado no corpo humano. Ele possui pilhas recarregáveis através de aparelhos externos e é selado em uma cápsula de titânio, reduzindo as chances de ser rejeitado pelo sistema imunológico.
O primeiro paciente a receber um marcapasso foi Arne Larsson, em 1958. Ele teve que substituí-lo 25 vezes, porém faleceu somente aos 86 anos de idade. O médico que realizou o primeiro implante em Arne Larsson foi Ake Senning (1915-2000).

Débora Dalmas Gräf

Bibliografia

Texto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marca-passo
http://www.fm.unb.br/curiosidades-medicas.html

Imagem:
http://www.google.com.br/imgres?q=marcapasso&um=1&hl=pt-BR&sa=N&tbm=isch&tbnid=3fYlHHHiV_zf9M:&imgrefurl=http://www.cfcp.com.br/a/index.asp%253Fn%253D25215%2526lg%253Dpt&docid=T7S1nHzDynxNlM&w=568&h=441&ei=ReM2TvjnKsnDgQf1x4mqDA&zoom=1&iact=rc&dur=228&page=1&tbnh=116&tbnw=149&start=0&ndsp=19&ved=1t:429,r:5,s:0&tx=79&ty=73&biw=1138&bih=564